Auto análise ( Zé Macário)
Tendo saído da Póvoa ainda bastante novo, parecia-me ter poucas afinidades com o povo que há tantos anos deixara para traz.
As minhas curtas férias aí, eram bastante laboriosas e por isso pouco comunicativas; quis o destino que agora ao ser nomeado para integrar a comissão de festas 2006, fosse “forçado” a uma comunicação mais afectiva e mais efectiva e assim, observar mais de perto o nosso comportamento enquanto “ poveiros”.
Fiquei pois com a forte impressão de que o facto de nascermos limitados, num povo pequeno, pelos montes que circundam este povoado e pela falta de vias e meios de comunicação que nos pusessem em contacto com o mundo exterior, nos limitou o cérebro a um pensar pequeno – muito pequeno, mesmo.
Se isto me pareceu notório nas escolhas de espaços para a realização das festas ou mesmo o limitadíssimo espaço para a montagem do palco ou ainda do balcão, fui também sempre confrontado com a nossa ideia de menos capazes, por exemplo para a feitura de andores, preferindo pedi-los emprestados a outras freguesias, do que servirmo-nos com a prata da casa.
Outra coisa que resultou desta minha observação, foi a grande dificuldade de comunicação – objectiva, claro está; As pessoas parece não usarem os mesmos códigos de comunicação e então acontece que, quando se pensa que determinado assunto já fora tratado, vem a saber-se que afinal não era bem assim, e tal e coisa, e coisa e tal…
Assim como quando vários interlocutores combinam uma hora para um encontro, vêm a saber depois que isso não era para levar a sério, e esse encontro poderá realizar-se duas ou três horas mais tarde ou mesmo num outro dia; Resultando daqui, que para além de as pessoas nunca saberem exactamente o que está tratado ou por tratar, leva-as ainda a um mútuo encolher de ombros e a um deixa andar…
Enfim, a reflexão que aqui deixo, que tem só o valor que tem, não passando de uma teoria como outra qualquer, pode no entanto contribuir para melhores entendimentos futuros – eventualmente em outros agrupamentos, sendo afinal essa e só essa a sua intenção.
Ainda na mesma linha de pensamento, parece-me disfuncional ou funcionalmente negativa dentro de um grupo, a ideia de dever consultar sempre o grupo, de cada vez que um ou vários elementos quiser exercer uma iniciativa; O excesso de democraticidade consultiva, inibe, atrasa ou anula a iniciativa, o que me parece desaconselhável, devendo preferir-se assumir e jogar sempre com a total confiança do grupo.
Acho que devemos ser mais humanos e menos sujeitos à ditadura do politicamente correcto.
Blog de Povoa de Vila Nova de Souto D'El-Rei.---- Falando da Póvoa. É uma terra singular, um caso particular de um povo antigo acolhedor e amigo ... Esta terra também é minha de todas a rainha é onde repouso e descanso, e reponho a memória da nossa antiga história, contada nos caminhos, nos atalhos e nos velhos telhados. .... Falando da sua gente Em: http://www.povoavilanovasoutodelrei.pt.la Herminia Gonçalinho
csm
terça-feira, setembro 26, 2006
domingo, setembro 24, 2006
Balanço das festas da Póvoa – ano de 2006 (por Zé Macário)


Balanço das festas da Póvoa – ano de 2006
Embora suspeita por advogar em causa e casa próprias, a comissão organizadora das festas da Póvoa de 2006, faz um balanço muito positivo do seu trabalho a par com um retorno de afectiva participação que ultrapassou expectativas.
Apesar dos seus elementos morarem reciprocamente longe e com as dificuldades de contacto que isso necessariamente implicou, não se coibiram de trabalhar para apresentar um produto final de que se orgulham.
A par disso, e acompanhados por muitas outras pessoas, exaltaram, no seu site, ao longo de todo o ano, o nome da terra e suas gentes, num trabalho que reputamos importante e a que queremos dar continuidade. Pelo menos assim o esperamos.
Agradecemos a colaboração que, sem regateio, nos foi prestada por toda a gente, a todos patenteando o nosso muito bem hajam.
Destacamos pela negativa a falta de comparência dos eleitos, nossos autarcas, ao não se dignarem visitar – aqueles que o não fizeram – a nossa exposição, assim demonstrando algum desprezo pela cultura que, mais do que nós, deveriam defender e acarinhar. Enfim!... É só um pequeno desabafo!
Nomeada que foi a nova comissão, dirigimos-lhe os nossos parabéns, auguramos-lhe o maior sucesso e oferecemos préstimos, naquilo que estiver ao nosso alcance.
Entretanto, força, minha gente!...
P'ro ano aí estaremos.
sábado, setembro 23, 2006
sexta-feira, setembro 22, 2006
quarta-feira, setembro 20, 2006
Oito dias para não esquecer...(por Herminia Gonçalinho)
Fotos
Clique dentro da foto para a ver em tamanho normal e faça retroceder para ir para a seguite.
Estas fotos foram cedidas por: RUBEN DE OLIVEIRA
Já muito se falou sobre a festa na aldeia.
Porquê???
Porque durante muitos anos esta terra com tão poucas pessoas não tinha festa?
Talvez!... Também terá a ver com esse facto, provavelmente. Mas deverão existir outras razões seguramente.
Para mim parece-me que se falou, se fala e que se continuará a falar por longos e duradouros anos porque esta terra é tudo para nós.
É garantidamente uma terra muito querida por todos nós.
O que lá se faz - sem dúvida com muito esforço e sacrifício - é feito através de uma entrega total, motivada pela forte ligação que nos une à nossa terra mãe bem como à sua gente.
O programa das festas foi extenso e muito variado.
Nos oito dias viveram-se variadíssimos momentos todos eles de grande emoção e satisfação.
Queria aqui trazer as noites de Segunda Terça e Quarta - Feira. Três noites genuínas preenchidas apenas com a” prata da casa”.
Variados temas ali foram retratados, as pessoas envolvidas (que eram bastantes) desdobravam-se para agradar à terra e ao público visitante ali presente.
Eu considero que estas noites foram as festas para a Póvoa (entre família) e o resto dos dias sem lhe tirar o prestígio que mereceram ,estiveram em sintonia com o que é tradicional e foram festas populares no verdadeiro sentido da palavra.
Estas noites reflectiram o estado de espírito, de união de luta para que nunca essa terra fique esquecida no tempo, nem as pessoas que lá vivem, as que lá viveram, os seus hábitos, a sua cultura…
Eu, como membro da comissão e também protagonista digo que foi um projecto fantástico, que me deu imenso prazer ajudar a concretizar.
O vídeo sobre a aldeia onde contamos com a colaboração da Tuna de Contabilidade do Porto(reinterpretação da musica), de Jose Gonçalinho(declamação de Poemas) e de
Miguel Madureira(tratamento de imagem) a quem desde já agradeço, e essencialmente a exposição foram apreciados e elogiados por todos os que tiveram a oportunidade de os ver. Este acontecimento deve-se realmente a toda a equipa , mas não posso deixar de falar aqui em alguém que deu tudo o que teve ao seu alcance para que este acontecimento fosse um sucesso: falo obviamente na minha irmã(Celeste Gonçalinho) e da Teresa Paula Costa que para além da sua entrega total a este objectivo, prepararam uma série de trabalhos para ali apresentar. Neste mesmo contexto devo também realçar a mobilização dos restantes participantes pela sua clara disponibilidade em colaborar neste evento e são eles: Manuel de Oliveira, Manuel Gonçalinho, Irene Silva, Joaquina Gonçalinho, Celeste Venâncio, Otília Oliveira, Augusta Jerónimo, Nair, José Gonçalinho de Oliveira e Lucília Alves.
A representação das músicas e das danças ali recreadas e das peças teatrais que remontam ao tempo da juventude dos nossos pais e avós, deliciaram os que ali estavam
que folgavam em saber que nem tudo estava perdido, renovando assim a esperança de que muito mais se virá a fazer desde que esteja ao alcance dos organizadores dos eventos.
Pessoas da terra com um grande empenho e dedicação conseguiram trazer as letras e musicas até nós que, com todo o orgulho as traduzíamos em lindas danças e peças teatrais. Já agora devo também dizer que para além do trabalho enorme de toda a equipa que participou neste evento, tudo isto foi conseguido essencialmente com a dedicação e empenho de três senhoras da terra: falo da Celeste Venâncio, Lucília Alves e Irene Silva.
As crianças também partilharam do mesmo espírito do grupo e brilharam no palco com danças da actualidade.
As anedotas surgiam nos pequenos espaços vazios para que nada faltasse revelando-se o bom humor de quem as contou que fez soltar espontâneas gargalhadas do público presente. Refiro-me aqui a duas pessoas da família Jerónimo.
Até o fado se cantou e tão bem encantou pela voz de Helena Pereira, que até emocionou.
De facto a união faz a força!
O envolvimento foi geral participaram pessoas de todas as idades, estatutos sociais, tudo por uma só causa. Por amor aquela terra, para não perder a sua identidade...
Tenho a certeza neste momento que levaremos para a frente esta ideia, este projecto singular que uniu todos os nossos conterrâneos...
Foi gratificante ver a satisfação de um dever cumprido e a alegria de quem ali esteve.
Penso que se pode tirar daqui um verdadeiro exemplo de vida.
Uma aldeia tão pequena com tão poucas pessoas , onde ainda nem sequer o saneamento básico existe, a quantidade e variedade de iniciativas que ali se apresentaram foi digna de mérito.
Agradeço em meu nome pessoal e da Comissão de Festas o apoio prestado por todos os nossos colaboradores e amigos, nomeadamente à tuna de contabilidade do Porto, à Câmara Municipal de Lamego, a Junta de Freguesia, ao Grupo de Teatro Nordeste de Vila Real na pessoa do Dr. David Carvalho que sempre manteve linha aberta para dar o seu apoio bem, como nos cedeu o guarda roupa para a representação e à Comissão de Baldios.
Por fim agradece-se também o afecto, a aceitação e carinho demonstrados pelos povos vizinhos, nomeadamente o povo da Juvandes que já no ano passado provou estar em harmonia com a Póvoa estando presente em peso nestas festas. Podem contar com a nossa sincera amizade.
Um muito obrigada a todos,
da comissão de festas 2006:
José Costa
Jorge Venancio
José Maria Venancio
Manuel Oliveira
José Oliveira
Fernando Gonçalinho
Alexandra Gonçalinho
Herminia Gonçalinho
Clique dentro da foto para a ver em tamanho normal e faça retroceder para ir para a seguite.
Estas fotos foram cedidas por: RUBEN DE OLIVEIRA
Já muito se falou sobre a festa na aldeia.
Porquê???
Porque durante muitos anos esta terra com tão poucas pessoas não tinha festa?
Talvez!... Também terá a ver com esse facto, provavelmente. Mas deverão existir outras razões seguramente.
Para mim parece-me que se falou, se fala e que se continuará a falar por longos e duradouros anos porque esta terra é tudo para nós.
É garantidamente uma terra muito querida por todos nós.
O que lá se faz - sem dúvida com muito esforço e sacrifício - é feito através de uma entrega total, motivada pela forte ligação que nos une à nossa terra mãe bem como à sua gente.
O programa das festas foi extenso e muito variado.
Nos oito dias viveram-se variadíssimos momentos todos eles de grande emoção e satisfação.
Queria aqui trazer as noites de Segunda Terça e Quarta - Feira. Três noites genuínas preenchidas apenas com a” prata da casa”.
Variados temas ali foram retratados, as pessoas envolvidas (que eram bastantes) desdobravam-se para agradar à terra e ao público visitante ali presente.
Eu considero que estas noites foram as festas para a Póvoa (entre família) e o resto dos dias sem lhe tirar o prestígio que mereceram ,estiveram em sintonia com o que é tradicional e foram festas populares no verdadeiro sentido da palavra.
Estas noites reflectiram o estado de espírito, de união de luta para que nunca essa terra fique esquecida no tempo, nem as pessoas que lá vivem, as que lá viveram, os seus hábitos, a sua cultura…
Eu, como membro da comissão e também protagonista digo que foi um projecto fantástico, que me deu imenso prazer ajudar a concretizar.
O vídeo sobre a aldeia onde contamos com a colaboração da Tuna de Contabilidade do Porto(reinterpretação da musica), de Jose Gonçalinho(declamação de Poemas) e de
Miguel Madureira(tratamento de imagem) a quem desde já agradeço, e essencialmente a exposição foram apreciados e elogiados por todos os que tiveram a oportunidade de os ver. Este acontecimento deve-se realmente a toda a equipa , mas não posso deixar de falar aqui em alguém que deu tudo o que teve ao seu alcance para que este acontecimento fosse um sucesso: falo obviamente na minha irmã(Celeste Gonçalinho) e da Teresa Paula Costa que para além da sua entrega total a este objectivo, prepararam uma série de trabalhos para ali apresentar. Neste mesmo contexto devo também realçar a mobilização dos restantes participantes pela sua clara disponibilidade em colaborar neste evento e são eles: Manuel de Oliveira, Manuel Gonçalinho, Irene Silva, Joaquina Gonçalinho, Celeste Venâncio, Otília Oliveira, Augusta Jerónimo, Nair, José Gonçalinho de Oliveira e Lucília Alves.
A representação das músicas e das danças ali recreadas e das peças teatrais que remontam ao tempo da juventude dos nossos pais e avós, deliciaram os que ali estavam
que folgavam em saber que nem tudo estava perdido, renovando assim a esperança de que muito mais se virá a fazer desde que esteja ao alcance dos organizadores dos eventos.
Pessoas da terra com um grande empenho e dedicação conseguiram trazer as letras e musicas até nós que, com todo o orgulho as traduzíamos em lindas danças e peças teatrais. Já agora devo também dizer que para além do trabalho enorme de toda a equipa que participou neste evento, tudo isto foi conseguido essencialmente com a dedicação e empenho de três senhoras da terra: falo da Celeste Venâncio, Lucília Alves e Irene Silva.
As crianças também partilharam do mesmo espírito do grupo e brilharam no palco com danças da actualidade.
As anedotas surgiam nos pequenos espaços vazios para que nada faltasse revelando-se o bom humor de quem as contou que fez soltar espontâneas gargalhadas do público presente. Refiro-me aqui a duas pessoas da família Jerónimo.
Até o fado se cantou e tão bem encantou pela voz de Helena Pereira, que até emocionou.
De facto a união faz a força!
O envolvimento foi geral participaram pessoas de todas as idades, estatutos sociais, tudo por uma só causa. Por amor aquela terra, para não perder a sua identidade...
Tenho a certeza neste momento que levaremos para a frente esta ideia, este projecto singular que uniu todos os nossos conterrâneos...
Foi gratificante ver a satisfação de um dever cumprido e a alegria de quem ali esteve.
Penso que se pode tirar daqui um verdadeiro exemplo de vida.
Uma aldeia tão pequena com tão poucas pessoas , onde ainda nem sequer o saneamento básico existe, a quantidade e variedade de iniciativas que ali se apresentaram foi digna de mérito.
Agradeço em meu nome pessoal e da Comissão de Festas o apoio prestado por todos os nossos colaboradores e amigos, nomeadamente à tuna de contabilidade do Porto, à Câmara Municipal de Lamego, a Junta de Freguesia, ao Grupo de Teatro Nordeste de Vila Real na pessoa do Dr. David Carvalho que sempre manteve linha aberta para dar o seu apoio bem, como nos cedeu o guarda roupa para a representação e à Comissão de Baldios.
Por fim agradece-se também o afecto, a aceitação e carinho demonstrados pelos povos vizinhos, nomeadamente o povo da Juvandes que já no ano passado provou estar em harmonia com a Póvoa estando presente em peso nestas festas. Podem contar com a nossa sincera amizade.
Um muito obrigada a todos,
da comissão de festas 2006:
José Costa
Jorge Venancio
José Maria Venancio
Manuel Oliveira
José Oliveira
Fernando Gonçalinho
Alexandra Gonçalinho
Herminia Gonçalinho
terça-feira, setembro 19, 2006
De: Padre Assunção
Data: 19/09/2006 12:16
Assunto:Felicitações pelo site
A todos os criadores e colaboradores do site e do blog da Póvoa, os meus parabéns. Iniciativas destas são sempre de louvar. Viver é também reviver! A memória do que somos é a garantia do que poderemos ser. É muito positivo divulgar os encantos de uma Terra, com gentes de bem e de coragem. Histórias de vida, percursos heróicos, património muito rico de valores. Que o site cresça, floreça e frutifique. São os meus votos.
Assunto:Felicitações pelo site
A todos os criadores e colaboradores do site e do blog da Póvoa, os meus parabéns. Iniciativas destas são sempre de louvar. Viver é também reviver! A memória do que somos é a garantia do que poderemos ser. É muito positivo divulgar os encantos de uma Terra, com gentes de bem e de coragem. Histórias de vida, percursos heróicos, património muito rico de valores. Que o site cresça, floreça e frutifique. São os meus votos.
quarta-feira, setembro 13, 2006
Ao Agrupamento de Escutas 551 de CEPÕES



Estas fotos foram cedidas por: FERNANDO COSTAA Comissão de festa em honra de
Nª Sª DO PRANTO
Póvoa-Lamego
Vem por este meio agradecer todo o empenho e brio que o vosso agrupamento colocou no desfile da Procissão em Honra de Nª Sª do Pranto.
Foi para esta terra uma honra poder contar com a vossa prestimosa colaboração e espírito de irmandade, que é apanágio do ESCUTEIRO.
Foi para nós um enorme prazer ver a alegria com que os elementos do Agrupamento 551 deram cumprimento ao Artº 3º e 8º da lei do Escuta, que passo a transcrever:
Lei do Escuta
1º A Honra do Escuta inspira confiança.
2º O Escuta é leal.
3º O Escuta é útil e pratica diariamente uma boa acção.
4º O Escuta é amigo de todos e irmão de todos os outros Escutas.
5º O Escuta é delicado e respeitador.
6º O escuta protege as plantas e os animais.
7º O escuta é obediente.
8º O Escuta tem sempre boa disposição de espírito
9º O Escuta é sóbrio, económico e respeitador do bem alheio
10º O Escuta é puro nos pensamentos, nas palavras e nas acções
A todos vós e à Chefa-Adjunto (Céu Duarte) do agrupamento, que tão bem conduziu o enquadramento de todos os elementos.
“O nosso Bem-haja”
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Reativar este blog
Iniciado em 2005, este blogue cumpriu em parte, aquilo para que tinha sido inicialmente projetado. Com o decorrer do tempo e tal como n...
-
Iniciado em 2005, este blogue cumpriu em parte, aquilo para que tinha sido inicialmente projetado. Com o decorrer do tempo e tal como n...
-
musica
-
Como prometido; embora com algum atraso, aqui vão algumas fotografias do local onde se pretende realizar o magusto . Pedimos desculpa pela q...



